Mudança de paradigma, diversão e arte tem preço?

Diversão e arte tem preço?

Formas de cultura, diversão e arte sempre foram presentes na realidade humana. Desde que o homem existe, ele procura maneiras de se divertir e expressar seus sentimentos, emoções e vontades. É através desses meios que conseguimos entender e estudar a história dos nossos ancestrais, como viviam, quais seus costumes e afins. A diversão e a arte muitas vezes caminharam e caminham juntas, mas por vezes também, elas estão separadas. A discussão sobre arte e diversão, muitas vezes são bastante aprofundadas, pois em todos esses tempos, diferentes formas de pensá-las foram estabelecidas dentro da sociedade.

Qual o preço da diversão e arte?

Atualmente, principalmente após a grande massificação de culturas e principalmente o bombardeio das culturas dos Estados Unidos e Europa, a diversão e as grandes formas de arte (as mais “pop”), como música e cinema, passaram a ser festas e celebrações bastantes caras.

Como exemplo, podemos pensar sobre a presença dos grandes festivais de músicas mundiais e suas edições no Brasil, ou mesmo os shows de grandes bandas ou cantores internacionais, neles o preço cobrado para o público é praticamente surreal, servindo para segmentar bastante o público presente. Com isso, esses modelos de negócios das artes, geralmente recebem grandes críticas e sempre reacendem enormes polêmicas acerca da arte, diversão e a acessibilidade que é proporcionada para todos.

Diversão e arte tem preço?

Se pegarmos os grandes tratados de direitos humanos e a maioria das constituições nacionais dos países do mundo, certamente em algum local, estará lá escrito que o acesso à expressões artísticas, culturais e diversão/lazer, é um direito de qualquer pessoa. Mas sabemos que no mundo dos negócios, esses tratados e constituições não servem para muita coisa e o acesso é negado para a maioria das pessoas, tornando oportuno os grandes festivais culturais à um pequeno nicho específico de felizardos.

Diversão e arte tem preço?

Agora, precisamos refletir sobre um outro modo de se fazer essa pergunta: diversão e arte tem realmente um preço? Muitos diariamente discutem sobre os pontos de vista desse questionamento. Uma das vertentes de resposta para essa pergunta, é de metáfora.

Assim, a resposta automaticamente será a de um grande “não”. Pois, sabemos que não existe preço ou valor que pague uma sociedade sem acesso à diversão e arte. A importância dessas matérias para indivíduos e uma sociedade feliz e saudável é tão grande, que nós somos incapazes de mensurar o valor dessas mesmas para o bom andamento de nossos costumes. Portanto, nos cabe simplesmente aproveitar e desfrutar de cada oportunidade que nós temos de diversão ou da presença de alguma expressão artística.

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